
Coração da Natureza
Ronaldo Viola e João Carvalho
Tradição e simplicidade em “Coração da Natureza”
“Coração da Natureza”, de Ronaldo Viola e João Carvalho, explora o contraste entre a vida rural e a urbana, destacando o orgulho do narrador em viver afastado das modernidades. Logo no início, o verso “Estou morando num recanto de sertão / Onde a civilização não sabe que existe” mostra a escolha consciente pelo isolamento e pela preservação de um modo de vida tradicional. Elementos como o lampião, o fogão a lenha e a água da mina reforçam a autossuficiência e a conexão direta com a natureza, características valorizadas na obra da dupla, que sempre buscou exaltar as raízes sertanejas.
A música também faz uma crítica ao olhar urbano sobre o campo, especialmente no trecho “Mas para o homem do mundo civilizado / Sou ainda um atrasado sem cultura e sem valor”. O narrador contrapõe o preconceito da cidade à sua própria percepção de riqueza, baseada na saúde, na fé e na beleza natural. Versos como “minha piscina é um simples ribeirão” e “meu ouro é o brilho que o luar vem me trazer” reforçam a valorização do essencial e do gratuito, em oposição ao consumismo e à busca por status. Ao final, a frase “Parece até que Deus também nasceu aqui” resume o sentimento de plenitude e gratidão, sugerindo que a verdadeira felicidade está na harmonia com a natureza e na simplicidade da vida rural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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