
Queima do Alho
Ronaldo Viola e João Carvalho
Tradição sertaneja e orgulho em “Queima do Alho”
A música “Queima do Alho”, de Ronaldo Viola e João Carvalho, transforma o ritual culinário dos antigos boiadeiros em um símbolo de identidade e orgulho sertanejo. A letra descreve o concurso realizado durante a Festa do Peão de Barretos, destacando que o valor está na autenticidade e na experiência de quem viveu a lida boiadeira, e não em aparências ou títulos. Isso fica claro nos versos: “Não é desfile de moda nem tão pouco de beleza / Não tem rei e nem rainha e também não tem princesa”.
A canção valoriza práticas tradicionais, como cozinhar ao ar livre com lenha e trempe, sem recursos modernos, remetendo à tradição da “Queima do Alho” dos tropeiros. O aroma do alho refogado, citado no contexto histórico, marcava a proximidade da refeição e reforçava o elo entre passado e presente. A música também destaca o respeito aos mais experientes, como nos versos: “São homens de competência que viveram a experiência da extinta profissão”, reconhecendo a importância de manter vivas as raízes e a memória dos boiadeiros.
Com tom nostálgico e descontraído, a canção transmite orgulho e saudade de um modo de vida simples, mas cheio de significado. Ao mencionar Barretos como “a capital do rodeio”, reforça o papel da cidade como guardiã dessas tradições, tornando a “Queima do Alho” mais do que uma competição culinária: um verdadeiro patrimônio cultural sertanejo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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