
Dunas (part. Ivete Sangalo)
Rosa Passos
Vivência sensorial e natureza em “Dunas (part. Ivete Sangalo)”
“Dunas (part. Ivete Sangalo)”, de Rosa Passos, retrata a experiência de atravessar a natureza de Salvador a pé, especialmente no mês de março, quando o verão termina e a flora local floresce com intensidade. O convite presente na letra — “não de carro, mas a pé / pelas dunas, mato a dentro” — destaca a importância de uma conexão direta com o ambiente, sugerindo que só caminhando é possível perceber plenamente as belezas naturais, como orquídeas, gravatás, lagartos, raposas, água limpa, insetos e aves. Esse percurso simboliza uma imersão profunda na natureza e valoriza a harmonia entre o ser humano e o meio ambiente.
A música utiliza imagens detalhadas para transmitir a riqueza da fauna e flora baianas, criando uma atmosfera de encantamento e pertencimento. Trechos como “Vejo orquídeas cor de rosas / Entre flores amarelas / Dançam cores, vão-se as horas / Entre manchas de aquarela” reforçam a ideia de que o tempo desacelera e a vida se revela em detalhes quando se está em contato com a natureza. A parceria entre Rosa Passos e Ivete Sangalo une a suavidade da bossa nova com a energia baiana, celebrando a cultura local e a beleza natural de Salvador. Assim, a canção se torna uma homenagem sensível ao modo de viver baiano e à paisagem da região.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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