
Passaporte
Rosália Mboa
Identidade e pertencimento em "Passaporte" de Rosália Mboa
Em "Passaporte", Rosália Mboa utiliza a frase "Nine passaporte, laku kala lingalavi Visa" ("Eu sou o passaporte, que não precisa de visto") como metáfora central para expressar liberdade de circulação e pertencimento sem fronteiras. A artista sugere que o verdadeiro passaporte não é um documento, mas sim a própria identidade e o reconhecimento do valor individual, independente de barreiras físicas ou burocráticas. Ao cantar em changana, Rosália reforça o orgulho de suas raízes moçambicanas e valoriza a cultura local, transformando a música em um manifesto de afirmação cultural e busca por aceitação em qualquer lugar.
A repetição de versos como "Ani pfaleliwe, hinkwaku nongena" ("não fui barrada, todos podem entrar") e "Ni tilaveli maxaka, Ni tirandzeli maxaka" ("procuro parentes, chamo parentes") destaca o tom de acolhimento e união presente na canção. Esses trechos mostram que o verdadeiro passaporte é o laço humano, a solidariedade e a abertura para o outro. O refrão "Phambeni, phambeni" ("avancem, avancem") incentiva o movimento coletivo e a superação de obstáculos, promovendo a ideia de que todos têm direito a pertencer. Assim, "Passaporte" transmite uma mensagem de esperança, inclusão e valorização dos vínculos familiares e comunitários.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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