
BAGDAD (Cap.7: Liturgia)
ROSALÍA
Solidão e redenção em "BAGDAD (Cap.7: Liturgia)" de ROSALÍA
Em "BAGDAD (Cap.7: Liturgia)", ROSALÍA utiliza elementos do flamenco e referências religiosas para retratar a solidão e o sofrimento de uma mulher presa em um ciclo de autodestruição. O gesto de "juntar as palmas e as separar" aparece como símbolo de súplica e resignação, evocando tanto a tradição flamenca quanto a ideia de uma oração silenciosa diante da dor. O cenário do Bagdad, boate real de Barcelona, não é apenas um pano de fundo, mas representa o isolamento da protagonista, que, mesmo cercada de pessoas, permanece invisível em seu sofrimento, como nos versos: "La miraban sin ver na' / Solita en el infierno, en el infierno, está atrapa'".
A letra constrói a imagem de uma mulher consumida por uma paixão tóxica e pelo sofrimento emocional, evidenciado no refrão: "Y se va a quemar si sigue ahí / Las llamas van al cielo a morir". O fogo funciona como metáfora para esse sofrimento intenso. O uso do sample de "Cry Me a River" de Justin Timberlake reforça o tom de abandono e lamento. Além disso, a menção ao "Román de Flamenca" conecta a narrativa a temas clássicos de opressão e busca por redenção. A imagem do anjo caído em "Sale un ángel que cayó / Tiene una marca en el alma" amplia o sentimento de culpa e a necessidade de perdão, elementos centrais na atmosfera da música.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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