
Nana (Cap. 9: Concepción)
ROSALÍA
Cuidado e espiritualidade em “Nana (Cap. 9: Concepción)” de ROSALÍA
Em “Nana (Cap. 9: Concepción)”, ROSALÍA explora o tema do cuidado e da proteção de forma sensível e abrangente. A imagem dos “zapatos pa' los angelitos que están descalzos” (“sapatos para os anjinhos que estão descalços”) amplia o sentido de acolhimento, sugerindo que o carinho não se limita apenas às crianças, mas também se estende a seres celestiais. Assim, a canção propõe um cuidado que vai além do mundo físico, envolvendo tanto o terreno quanto o espiritual.
Outro ponto marcante é o verso “ningún sueño sabe de horas o tiempos ni tiene dueño” (“nenhum sonho conhece horas ou tempos, nem tem dono”), que apresenta os sonhos como algo livre, universal e atemporal. ROSALÍA reforça a ideia de que consolo e esperança são sentimentos coletivos, acessíveis a todos. Inspirada em canções de ninar tradicionais como “A la puerta del cielo” e “Duérmete niño chico”, a artista utiliza a repetição da palavra “nana” para criar uma atmosfera de calma e proteção. A letra traz imagens celestiais e um cuidado maternal, enquanto a “lluvia triste que cae para mirarte” (“chuva triste que cai para te olhar”) sugere uma presença protetora e constante. A escolha de ROSALÍA de cantar apenas com sua voz, sobrepondo camadas vocais sem instrumentos, reforça a intimidade e a tradição do flamenco, tornando a música ainda mais acolhedora e delicada.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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