
SAKURA
ROSALÍA
Reflexão sobre fama e autenticidade em “SAKURA” de ROSALÍA
Em “SAKURA”, ROSALÍA utiliza a imagem da flor de cerejeira para refletir sobre a natureza passageira da fama e da beleza. Ao repetir “Flor de Sakura, ser una popstar, nunca te dura” (Flor de Sakura, ser uma popstar, nunca dura para você), ela associa a efemeridade da floração da cerejeira à sua própria trajetória como artista pop, reconhecendo que o sucesso e o reconhecimento são transitórios. A artista encara essa transitoriedade com ternura, e não com tristeza, como mostra o verso “No me da pena, me da ternura” (Não me dá pena, me dá ternura), demonstrando uma aceitação serena do ciclo de altos e baixos da carreira artística.
A música também faz críticas à superficialidade do meio artístico e social. Em versos como “Las flores de esta ciudad no huelen a na'” (As flores desta cidade não têm cheiro de nada) e “todas las chicas son tan bonitas, tan plásticas” (todas as garotas são tão bonitas, tão plásticas), ROSALÍA questiona a autenticidade e aponta para a artificialidade presente no ambiente em que vive. Ela reforça a importância da autenticidade ao afirmar: “Nunca me ha dado miedo la risa de un loco, más miedo me da el que miente o el que ríe poco” (Nunca tive medo do riso de um louco, mais medo me dá quem mente ou quem ri pouco). No final, ao mencionar imagens de fogo e chamas que “rompem tudo” e não seguem ordem, a cantora valoriza a intensidade do momento e a liberdade de ser autêntica, mesmo sabendo que tudo é passageiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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