
É de Gatas Que Eu Gosto
Rosinha
Duplo sentido e humor leve em “É de Gatas Que Eu Gosto”
“É de Gatas Que Eu Gosto”, de Rosinha, se destaca pelo uso criativo do duplo sentido, uma marca registrada do estilo pimba da artista. A letra explora a ambiguidade da palavra “gatas”, que pode significar tanto felinos quanto, na gíria, mulheres jovens e atraentes. Esse jogo de palavras aparece em versos como “Às vezes fico arranhada / Mas eu não me importo, não”, sugerindo situações que podem envolver tanto animais de estimação quanto encontros amorosos, sempre com um tom leve e divertido.
A narrativa descontraída e bem-humorada é reforçada quando Rosinha canta: “É de gatas, é de gatas que eu gosto / Se não acreditam, perguntem ao meu amor”. Aqui, ela insinua que até seu parceiro reconhece essa preferência, alimentando ainda mais o duplo sentido. Expressões como “andar de rojo no chão” e “senti-la assim a ninhada / E pelas pernas a passar” ampliam a ambiguidade, permitindo que a música seja interpretada tanto como uma homenagem aos animais quanto como uma piada de conotação mais picante. O resultado é uma canção que diverte, provoca sorrisos e convida o ouvinte a participar da brincadeira, sem perder o tom leve e acessível.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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