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Puente Alsina

Rosita Quiroga

Letra

Ponte Alsina

Puente Alsina

Onde está meu bairro? Meu berço marginal¿Dónde está mi barrio? Mi cuna maleva
Pra onde a terra, refúgio de ontemA dónde la gleba, refugio de ayer
Apagou o asfalto com um golpeBorró el asfaltado de una manotada
A velha comunidade que me viu nascerLa vieja barriada que me vio nacer

Na suspeita quietude do subúrbioEn la sospechosa quietud del suburbio
A noite de um turvo drama passionalLa noche de un turbio drama pasional
E desde aquela noite eu, filho de todosY desde esa noche yo el hijo de todos
Rolei pela lama daquele arrabalRodé por el lodo de aquel arrabal

Ponte Alsina que ontem foste meu coloPuente Alsina que ayer fueras mi regazo
Com um golpe, a avenida te alcançouDe un zarpazo la avenida te alcanzó
Velha ponte, companheiro e confidenteViejo puente, compañero y confidente
Você é a marca que na testa o progresso deixouSos la marca que en la frente al progreso te ha dejado
O subúrbio rebelde, que por ali te sucumbiuEl suburbio rebelado, que por ahí te sucumbió

Eu não conheci carícias de mãeYo no he conocido caricias de madre
Tive um único pai que foi o rigorTuve un solo padre que fuera el rigor
E carrego minhas veias de sangue marginalY llevo mis venas de sangre maleva
Gritando uma terra seu crudo rancorGritando una gleba su crudo rencor

Por que estão levando? Meu bairro, meu tudo¿Por qué se lo llevan? Mi barrio, mi todo
Eu, filho da lama, venho chorarYo el hijo del lodo lo vengo a llorar
Meu bairro é minha mãe que já não respondeMi barrio es mi madre que ya no responde
Que digam! Aonde vão te enterrar?¡Que digan! ¿A dónde se va a sepultar?

Ponte Alsina, onde está essa marginalidade?Puente Alsina ¿dónde está ese malevaje?
E o povo que até ontem te defendeu?¿Y el criollaje que hasta ayer te defendió?
Te atacaram, mas todos se calaramTe enconaron, pero todos se arroyaron
E silenciosos contemplaram quando a avenidaY callados contemplaron cuando a tajos la avenida
Fez buracos na sua vida que por ali te desangrouHizo ojales en tu vida que por ha'i te desangró

Ponte Alsina que ontem foste meu coloPuente Alsina que ayer fueras mi regazo
Com um golpe, a avenida te alcançouDe un zarpazo, la avenida te alcanzó
Velha ponte, companheiro e confidenteViejo puente, compañero y confidente
Você é a marca que na testa o progresso deixouSos la marca que en la frente al progreso te ha dejado
O subúrbio rebelde, que por ali te sucumbiuEl suburbio rebelado, que por ahí te sucumbió

Eu não conheci carícias de mãeYo no he conocido caricias de madre
Tive um único pai que foi o rigorTuve un solo padre que fuera el rigor
E carrego minhas veias de sangue marginalY llevo mis venas de sangre maleva
Gritando uma terra seu crudo rancorGritando una gleba su crudo rencor

Por que estão levando? Meu bairro, meu tudo¿Por qué se lo llevan? Mi barrio, mi todo
Eu, filho da lama, venho chorarYo el hijo del lodo lo vengo a llorar
Meu bairro é minha mãe que já não respondeMi barrio es mi madre que ya no responde
Que digam! Aonde vão te enterrar?¡Que digan! ¿A dónde se va a sepultar?


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