
Tudo isto é fado
Rouxinol Faduncho
Crítica social bem-humorada em “Tudo isto é fado” de Rouxinol Faduncho
Em “Tudo isto é fado”, Rouxinol Faduncho faz uma paródia do clássico do fado, trocando as dores de amor tradicionais por problemas sociais e políticos do cotidiano português. O artista utiliza o humor para destacar questões como impostos altos, desemprego e corrupção, aproximando o tom dramático do fado das reclamações diárias da população. Trechos como “Taxas perdidas, casas vendidas, coisas mais caras” e “o IVA no cume doi um bocado” exemplificam essa abordagem, com o segundo verso brincando com o duplo sentido da expressão para reforçar o tom satírico da música.
A letra também critica diretamente a gestão do país, apontando a diferença entre o investimento em futebol — “Há dinheiro p’rá Selecção, mas não há p’ró reformado” — e a falta de recursos para aposentados e serviços públicos. Rouxinol Faduncho ironiza a atenção dada a celebridades, como Luís Figo, enquanto problemas sérios são deixados de lado. O refrão, “tudo isto existe, tudo isto é triste, tudo isto é fado”, resume a mensagem: o verdadeiro fado contemporâneo é enfrentar essas dificuldades, e o humor serve como ferramenta para transformar a resignação em crítica social.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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