
Alvorada Voraz / Versão Ao Vivo 2002
RPM
Crítica social e política em “Alvorada Voraz” da RPM
“Alvorada Voraz / Versão Ao Vivo 2002”, da RPM, faz uma crítica direta à corrupção e ao poder no Brasil, usando o título para associar a sede de poder ao Palácio da Alvorada, residência oficial da presidência. A letra menciona nomes como “Maluf Lalau, Barbalho Sarney” e o “caso Sudam”, trazendo à tona escândalos reais que marcaram a política brasileira. Esses exemplos reforçam o sentimento de desencanto e impotência diante de um cenário político marcado por corrupção e impunidade.
A música também aborda o controle da mídia e a influência do dinheiro, como nos versos “e quem paga o jornal? / É a propaganda, pois nesse país / é o dinheiro que manda”. Esse trecho denuncia como o poder econômico interfere na informação, ampliando o tom crítico da canção. O clima de tensão e pessimismo aparece em versos como “medo de tudo / medo do nada / medo da vida assim engatilhada”, refletindo a insegurança e a desconfiança do período pós-ditadura. Metáforas como “um corte exposto em seu rosto amor” mostram que a violência e a corrupção afetam tanto o país quanto as relações pessoais. A repetição de “vendo esse filme passar / assistindo ao fim / vendo o meu tempo passar” reforça a sensação de apatia diante de um ciclo contínuo de escândalos, tornando a música um retrato forte da desilusão social e política no Brasil.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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