
Sob a Luz do Sol
RPM
Contrastes urbanos e inquietação em “Sob a Luz do Sol”
“Sob a Luz do Sol”, do RPM, explora o contraste entre a energia da vida noturna e o vazio do cotidiano diurno nas grandes cidades dos anos 80. A letra destaca o fascínio por experiências intensas e pela liberdade que a noite oferece, como nos versos “cumplicidade em qualquer loucura” e “noites em claro”. Esses trechos mostram o desejo de conexões profundas e de viver momentos fora dos limites impostos pela rotina. A expressão “eletricidade, um luar de mil watts” reforça a atmosfera vibrante e artificial da cidade, onde a luz elétrica substitui o romantismo do luar tradicional, criando um cenário de inquietação e energia constante.
O contraste entre noite e dia é central: a noite representa aventura, perigo e vitalidade, enquanto o dia traz cansaço e alienação. O verso “quero a sujeira das ruas nas veias do asfalto quero me injetar” usa uma metáfora urbana para expressar o desejo de se fundir com a cidade e absorver sua intensidade. Por outro lado, “já não vejo quase nada sob a luz do sol” e “meu corpo cansado se espalha no chão” revelam o esgotamento diante da rotina diurna. O contexto histórico do RPM, marcado pela inquietação urbana e pelo estilo new wave, reforça essa dualidade entre a busca por autenticidade à noite e o desencanto com a monotonia do dia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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