
Colégio
Rubel
Relações e exclusão escolar em "Colégio" de Rubel
A música "Colégio" de Rubel aborda de forma direta e irônica as dinâmicas de exclusão, julgamento e busca por pertencimento no ambiente escolar. O verso “Melhor ir tocar violão / Não perco meu tempo, mesmo / Vai logo pra puta que” evidencia a crueldade das relações entre adolescentes, onde pequenas diferenças podem ser motivo de isolamento e hostilidade. O videoclipe reforça esse sentimento ao retratar situações comuns nos banheiros da escola, mostrando jovens que têm dificuldade em encontrar alguém para conversar, o que destaca o tema do isolamento social.
Rubel também utiliza a nostalgia para questionar o valor das experiências escolares. Em “Depois de um tempo / Do quê que valia o esforço? / Do quê que ele ia lembrar?”, ele reflete sobre o impacto real desse período na vida dos jovens. Essa reflexão se conecta à pesquisa feita para o clipe, que revelou como muitos adolescentes sentem que suas angústias não são levadas a sério. A ironia aparece no trecho “Que agora chegamos no Iraque / Que a Disney ficou pra trás”, comparando a transição da infância para a adolescência a uma passagem de um mundo de fantasia para um ambiente hostil. A mistura de MPB, samba e rap na música reforça a diversidade de experiências e sentimentos vividos na escola, tornando "Colégio" um retrato honesto e multifacetado desse universo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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