
Plástico (part. Willie Colon)
Rubén Blades
Crítica social e identidade em “Plástico (part. Willie Colon)”
A música “Plástico (part. Willie Colon)” de Rubén Blades faz uma crítica direta à superficialidade e ao materialismo presentes nas relações sociais das grandes cidades latino-americanas dos anos 1970. Usando a metáfora do "plástico", Blades denuncia comportamentos vazios e a busca por status, como nos versos “Ella era una chica plástica... que sueñan casarse con un doctor” e “Él era un muchacho plástico... discuten qué marca de carro es mejor”. Esses trechos mostram pessoas que priorizam aparências e bens materiais, deixando de lado valores autênticos e relações verdadeiras.
A canção amplia essa crítica ao retratar uma “ciudad de plástico”, onde “en vez de un Sol amanece un dólar” e as pessoas “escuchan sin oír y miran sin ver”, reforçando a ideia de uma sociedade desumanizada, guiada por interesses financeiros e pela aparência. O verso “No juegues con niños de color extraño” evidencia o preconceito e a exclusão social alimentados pelo materialismo. Apesar do tom crítico, a música traz uma mensagem de esperança e união, especialmente nos versos finais: “Oye latino, oye hermano, oye amigo, nunca vendas tu destino por el oro ni la comodidad”. Blades convoca os latino-americanos a valorizarem suas raízes e resistirem à influência de modelos estrangeiros, destacando a importância da autenticidade e do orgulho de ser latino. “Plástico” se torna, assim, um chamado à reflexão sobre identidade, solidariedade e resistência cultural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Rubén Blades e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: