
Peneirei Fubá
Rubinho do Vale
Tradição e sentimentos no cotidiano de “Peneirei Fubá”
“Peneirei Fubá”, de Rubinho do Vale, utiliza elementos do cotidiano rural para abordar sentimentos de amor e desilusão. O ato de “peneirar fubá” vai além da referência à vida simples do interior: funciona como metáfora para a busca por algo valioso, como o amor, que acaba escapando, assim como o fubá que se perde na peneira. Essa imagem está ligada à tradição do Vale do Jequitinhonha, região de origem do artista, e reforça seu compromisso em valorizar a cultura local.
A letra traz expressões populares marcantes, como “joguei meu lenço branco na porta do cemitério”, que simboliza o fim de uma esperança ou de um ciclo amoroso, remetendo a rituais de despedida e luto presentes nas comunidades rurais. Outro trecho, “Eu mandei vim da Bahia duas tesouras de ouro / Umas pra cortar ciúme outra pra cortar namoro”, mostra, de forma bem-humorada, a tentativa de resolver conflitos afetivos com soluções mágicas e simbólicas. Ao longo da música, imagens simples, como o barco de flores e a comparação com as estrelas, reforçam a pureza dos sentimentos, mesmo diante da tristeza do abandono. Ao adaptar essa cantiga popular, Rubinho do Vale mantém viva a tradição oral e traduz emoções universais com uma linguagem acessível e cheia de referências do interior brasileiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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