
Chama a Mãe que o Pai ta Louco
Rui Biriva
Humor e cotidiano gaúcho em "Chama a Mãe que o Pai ta Louco"
"Chama a Mãe que o Pai ta Louco", de Rui Biriva, utiliza o humor para transformar situações embaraçosas do cotidiano gaúcho em cenas divertidas e exageradas. A música retrata um pai que perde o controle ao beber, e a repetição do refrão “Loco, loco, loco, loco, chama a mãe que o pai tá loco” reforça o clima festivo e irreverente. Ao mesmo tempo, sugere que a mãe é a única capaz de restaurar a ordem, um elemento comum nas histórias populares do sul do Brasil.
A letra faz uso de hipérboles e situações cômicas, como ameaçar tirar as bombachas e "revelar todo o bundão", interagir de forma inadequada com a filha do patrão e urinar no fogo de chão. Esses exemplos, apesar de constrangedores, são tratados com leveza e ironia. Elementos da cultura gaúcha, como bombacha, vanerão e fogo de chão, aparecem tanto na linguagem quanto nas situações, aproximando a canção do público local e reforçando a identidade regional de Rui Biriva. O verso “mandemo benzê o papai como último recurso” brinca com a ideia de que só uma intervenção espiritual resolveria o desatino do pai, ampliando o tom de exagero.
No fundo, a música celebra a capacidade de rir das próprias falhas e o espírito de camaradagem, mostrando como o humor pode ser uma forma de lidar com situações familiares delicadas. "Chama a Mãe que o Pai ta Louco" se destaca como um retrato bem-humorado do cotidiano gaúcho, fiel ao estilo descontraído do artista.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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