
Rebanho de Agonias
Rui Biriva
Transformação da dor em alegria em “Rebanho de Agonias”
A música “Rebanho de Agonias”, de Rui Biriva, mostra como o artista transforma sofrimentos herdados em celebração e resistência, usando a música como forma de superação. O trecho “Um rebanho de agonias / Me foi dado em testamento / No rumo dos quatro ventos / Esparramei alegrias” ilustra bem essa ideia: o que seria um peso, um legado de dores, é convertido em alegria espalhada pelo mundo. Essa metáfora reflete tanto a trajetória pessoal de Rui Biriva quanto a força da cultura gaúcha para enfrentar adversidades.
A recusa em “cantar melancolias” e a afirmação “alegrias eu invento / guitarreando noite e dia” reforçam o compromisso do artista com a esperança, mesmo diante das dificuldades. O contexto da vida de Rui Biriva, marcada por desafios pessoais e profissionais, dá ainda mais força à mensagem da canção. Quando ele diz “fosse um homem de cimento / tapera hoje eu seria”, sugere que a rigidez e o fechamento para a vida levam à estagnação, enquanto escolher a alegria permite florescer mesmo “nos ramos do meu sofrimento”. Assim, a música se destaca como um hino à resiliência, à criatividade diante da dor e à valorização das raízes culturais, elementos centrais na obra e na vida de Rui Biriva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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