
Pantanal (part. Marcus Viana)
Sagrado Coração da Terra
Preservação e ancestralidade em “Pantanal (part. Marcus Viana)”
A música “Pantanal (part. Marcus Viana)”, do Sagrado Coração da Terra, traz uma reflexão sobre a importância de preservar o Pantanal e valorizar os saberes ancestrais ligados à natureza. Ao descrever os rios como “veias, serpentes” que “trançam o coração do Brasil”, a letra destaca a conexão vital entre a água, a vida e o território brasileiro, mostrando como o bioma é fundamental para o país.
A canção homenageia tanto o Pantanal quanto os povos indígenas, retratando-os como “gente que entende e que fala a língua das plantas, dos bichos”, ou seja, verdadeiros guardiões do conhecimento ambiental. Trechos como “velho mistério guardado no seio das matas sem fim” e “tesouro perdido de nós” sugerem que existe uma sabedoria esquecida pela sociedade moderna, mas essencial para o equilíbrio ecológico e cultural. Ao mencionar “redescobrindo as Américas quinhentos anos depois” e “lutar com unhas e dentes pra termos direito a um depois”, a música reforça a urgência de resgatar práticas sustentáveis diante dos desafios ambientais atuais.
Nos versos finais, o tom de esperança aparece ao afirmar que “a terra é tão verde e azul” e que “os filhos dos filhos dos filhos dos nossos filhos verão” esse futuro, indicando que a preservação do Pantanal é um legado para as próximas gerações. Assim, a música se transforma em um convite à consciência ecológica e à valorização das raízes culturais brasileiras.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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