Clandestina
Salar
Dor e marginalização em "Clandestina" de Salar
Em "Clandestina", Salar aborda de forma direta o impacto devastador das drogas e a experiência de viver à margem da sociedade. A repetição do verso “La cocaïna a pris ma famille” (A cocaína tirou minha família) destaca a dor da perda e o trauma que marcam a vida da personagem principal. O termo "clandestina" vai além da ideia de imigração ilegal, representando uma existência marcada pelo medo, invisibilidade e necessidade constante de se esconder, seja das autoridades ou dos próprios sentimentos.
A letra revela uma solidão profunda, especialmente no trecho “Aime-moi, prends-moi dans tes bras, je n'ai plus personne” (Me ame, me abrace, não tenho mais ninguém). Esse apelo mostra o desejo da protagonista de encontrar refúgio no outro, tentando preencher o vazio deixado pela família destruída pelo vício. O cenário em Miami e a condição de imigrante indocumentada aumentam o sentimento de desamparo e vulnerabilidade. Ao dizer “J'suis pas celle que tu crois” (Não sou quem você pensa) e “Aucun cabrón ne m'a touché, à part toi caballero” (Nenhum cabrón me tocou, só você, cavaleiro), ela busca afirmar sua dignidade e autenticidade diante do preconceito. "Clandestina" expõe, assim, a luta pela sobrevivência, o estigma social e o desejo de ser amada, mesmo em meio à marginalização.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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