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Mangueira 2023 - Lequinho e Cia (part. Margareth Menezes)

Samba Concorrente

LetraSignificado

    Toda mulher é flecha da evolução
    Que Exu abra nossos caminhos
    E faça do quilombo verde e rosa
    Um palácio de toda rainha preta
    Mangueira, onde o Rio é mais baiano
    Eparrey, Oyá

    Oyá, Oyá, Oyá, eô
    Ê matamba, dona da minha nação
    Filha do amanhecer, carregada no dendê
    Sou eu a flecha da evolução
    Sou eu, Mangueira, flecha da evolução

    Levo a cor, meu Ilú é o tambor
    Que tremeu Salvador, Bahia
    Áfricas que recriei, resistir é lei
    Arte é rebeldia
    Coroada pelos cucumbis
    Do quilombo às embaixadas
    Com ganzás e xequerês fundei o meu país
    Pelo som dos atabaques canta meu país

    Traz o padê de Exu
    Pra mamãe Oxum tocar o ijexá
    Rua dos afoxés, voz dos candomblés
    Xirê de orixá

    Traz o padê de Exu
    Pra mamãe Oxum tocar o ijexá
    Rua dos afoxés, voz dos candomblés
    Xirê de orixá

    Deusa do Ilê Aiye, do gueto
    Meu cabelo black, negão, coroa de preto
    Não foi em vão a luta de catendê
    Sonho badauê, revolução didá
    Candace de Olodum, sou debalê de Ogum
    Filhos de Gandhi, paz de Oxalá

    Quando a alegria invade o pelô
    É carnaval, na pele, o swing da cor
    O meu timbal é força e poder
    Por cada mulher de arerê
    Liberta o batuque do Canjerê

    Eparrey, Oyá
    Eparrey, mainha
    Quando e verde encontra o rosa, toda preta é rainha
    Eparrey, Oyá
    Eparrey, mainha
    Quando e verde encontra o rosa, toda preta é rainha

    O samba foi morar onde o Rio é mais baiano
    O samba foi morar onde o Rio é mais baiano
    Reina a ginga de Iaiá na ladeira
    No ilê de Tia Fé
    Axé, Mangueira

    O samba foi morar onde o Rio é mais baiano
    O samba foi morar onde o Rio é mais baiano
    Reina a ginga de Iaiá na ladeira
    No ilê de Tia Fé
    Axé, Mangueira

    Oyá, Oyá, Oyá, eô
    Ê matamba, dona da minha nação
    Filha do amanhecer, carregada no dendê
    Sou eu a flecha da evolução
    Sou eu, Mangueira, flecha da evolução

    Levo a cor, meu Ilú é o tambor
    Que tremeu Salvador, Bahia
    Áfricas que recriei, resistir é lei
    Arte é rebeldia
    Coroada pelos cucumbis
    Do quilombo às embaixadas
    Com ganzás e xequerês fundei o meu país
    Pelo som dos atabaques canta meu país

    Traz o padê de Exu
    Pra mamãe Oxum tocar o ijexá
    Rua dos afoxés, voz dos candomblés
    Xirê de orixá

    Traz o padê de Exu
    Pra mamãe Oxum tocar o ijexá
    Rua dos afoxés, voz dos candomblés
    Xirê de orixá

    Deusa do Ilê Aiye, do gueto
    Meu cabelo black, negão, coroa de preto
    Não foi em vão a luta de catendê
    Sonho badauê, revolução didá
    Candace de Olodum, sou debalê de Ogum
    Filhos de Gandhi, paz de Oxalá

    Quando a alegria invade o pelô
    É carnaval, na pele, o swing da cor
    O meu timbal é força e poder
    Por cada mulher de arerê
    Liberta o batuque do Canjerê

    Eparrey, Oyá
    Eparrey, mainha
    Quando e verde encontra o rosa, toda preta é rainha
    Eparrey, Oyá
    Eparrey, mainha
    Quando e verde encontra o rosa, toda preta é rainha

    O samba foi morar onde o Rio é mais baiano
    O samba foi morar onde o Rio é mais baiano
    Reina a ginga de Iaiá na ladeira
    No ilê de Tia Fé
    Axé, Mangueira

    O samba foi morar onde o Rio é mais baiano
    O samba foi morar onde o Rio é mais baiano
    Reina a ginga de Iaiá na ladeira
    No ilê de Tia Fé
    Axé, Mangueira

    Oyá, Oyá, Oyá, eô
    Ê matamba, dona da minha nação
    Filha do amanhecer, carregada no dendê
    Sou eu a flecha da evolução
    Sou eu, Mangueira, flecha da evolução

    Levo a cor, meu Ilú é o tambor
    Que tremeu Salvador, Bahia
    Áfricas que recriei, resistir é lei
    Arte é rebeldia
    Coroada pelos cucumbis
    Do quilombo às embaixadas
    Com ganzás e xequerês fundei o meu país
    Pelo som dos atabaques canta meu país

    Traz o padê de Exu
    Pra mamãe Oxum tocar o ijexá
    Rua dos afoxés, voz dos candomblés
    Xirê de orixá

    Traz o padê de Exu
    Pra mamãe Oxum tocar o ijexá
    Rua dos afoxés, voz dos candomblés
    Xirê de orixá

    Deusa do Ilê Aiye, do gueto
    Meu cabelo black, negão, coroa de preto
    Não foi em vão a luta de catendê
    Sonho badauê, revolução didá
    Candace de Olodum, sou debalê de Ogum
    Filhos de Gandhi, paz de Oxalá

    Quando a alegria invade o pelô
    É carnaval, na pele, o swing da cor
    O meu timbal é força e poder
    Por cada mulher de arerê
    Liberta o batuque do Canjerê

    Eparrey, Oyá
    Eparrey, mainha
    Quando e verde encontra o rosa, toda preta é rainha
    Eparrey, Oyá
    Eparrey, mainha
    Quando e verde encontra o rosa, toda preta é rainha

    O samba foi morar onde o Rio é mais baiano
    O samba foi morar onde o Rio é mais baiano
    Reina a ginga de Iaiá na ladeira
    No ilê de Tia Fé
    Axé, Mangueira

    O samba foi morar onde o Rio é mais baiano
    O samba foi morar onde o Rio é mais baiano
    Reina a ginga de Iaiá na ladeira
    No ilê de Tia Fé
    Axé, Mangueira

    O samba foi morar onde o Rio é mais baiano
    O samba foi morar onde o Rio é mais baiano
    Reina a ginga de Iaiá na ladeira
    No ilê de Tia Fé
    Axé, Mangueira

    Axé!
    Mangueira!

    Segura que eu quero ver (eu também)

    Composição: Lequinho, Paulinho Bandolim, Junior Fionda, Guilherme Sá, Gabriel Machado. Essa informação está errada? Nos avise.
    Enviada por João. Legendado por Clara. Revisão por Saulo. Viu algum erro? Envie uma revisão.

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