
Peruche 2026 - Lucas Farias e Cia
Samba Concorrente
O papel do pandeiro e da tradição em “Peruche 2026 - Lucas Farias e Cia”
A música “Peruche 2026 - Lucas Farias e Cia”, interpretada por Samba Concorrente, valoriza o pandeiro e outros instrumentos de percussão como símbolos da memória e resistência do samba. Ao afirmar “Percutir é recordar” e citar “adufes, pandeiristas, pandeirolas”, a letra destaca a ancestralidade desses instrumentos, conectando as tradições africanas e portuguesas (“Pelas mãos dos lusitanos”) à formação do samba brasileiro. Essa abordagem está alinhada ao enredo da Unidos do Peruche para 2026, que homenageia o pandeiro como elemento central da cultura nacional.
A canção também ressalta a luta e a celebração da comunidade do samba, especialmente ao abordar a resistência diante da repressão histórica: “Batuque na cozinha, a sinhá não quer / Mas o samba tem o seu lugar”. Esse trecho faz referência ao período em que o samba era marginalizado, mas seguia como expressão de identidade e alegria popular. A mistura de referências, como “Chiclete eu misturo com banana”, simboliza a fusão de culturas e a criatividade do povo brasileiro. Ao mencionar a “filial do samba”, a letra reforça o papel da Peruche como herdeira e propagadora dessa tradição. O clima nostálgico e festivo se intensifica ao celebrar os “setenta anos de história” da escola, transformando a avenida em um espaço de memória, orgulho e renovação cultural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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