
Mocidade Alegre - Samba-Enredo 2001
Samba-Enredo
Lendas e riquezas no samba "Mocidade Alegre - Samba-Enredo 2001"
"Mocidade Alegre - Samba-Enredo 2001" transforma lendas e referências históricas em uma celebração da paz e da união, seguindo o enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel naquele ano. O samba-enredo mistura fantasia e tradição ao citar Ophir, terra lendária de riquezas buscada pelos fenícios, e Pindorama, nome indígena para o Brasil. Ao destacar versos como “fauna, flora que encanta”, “terra da dança, da lua, dos deuses” e “grandes mulheres guerreiras, Tupinambás”, a letra valoriza a diversidade e a força das culturas originárias, além de exaltar a exuberância do território brasileiro.
A música também aborda a busca histórica por riquezas como ouro, prata, ferro, cobre, pau-brasil e pedras preciosas, que atraíram exploradores ao Brasil. No entanto, há uma mudança de tom quando a letra alerta para o esquecimento do “Deus das profundidades” durante as festas, sugerindo que a ganância e a falta de respeito ao sagrado podem trazer consequências negativas, como a destruição da felicidade conquistada. Essa passagem funciona como um alerta sobre a importância do equilíbrio entre celebração, respeito à natureza e às tradições. O clima festivo do samba, reforçado por expressões como “A Morada do Samba incendeia”, transmite alegria, mas também convida à reflexão sobre harmonia, paz e respeito, temas centrais do samba-enredo de 2001.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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