
Unidos do Viradouro - Samba-Enredo 1997
Samba-Enredo
Carnaval, ciência e ancestralidade em “Unidos do Viradouro - Samba-Enredo 1997”
A letra de “Unidos do Viradouro - Samba-Enredo 1997” se destaca por unir ciência e cultura popular ao abordar a criação do universo pelo Big Bang em clima de festa carnavalesca. O verso “É big-bang, coisa igual eu nunca vi / Que esplendor” faz uma ponte direta entre o conceito científico e a explosão de alegria do carnaval, refletindo a proposta inovadora do carnavalesco Joãosinho Trinta para o desfile daquele ano.
A música narra a passagem das trevas à luz, simbolizando tanto o surgimento do cosmos quanto o início de um novo ciclo de esperança, como em “Vem das trevas, tudo pode acontecer / A noite vira dia, luz de um novo amanhecer”. A presença de Iemanjá, Nanã e Oxum, divindades das águas e da fertilidade, reforça a conexão com as raízes afro-brasileiras e celebra a diversidade cultural. Elementos naturais como fogo, ar e água aparecem em versos como “No fogo a salamandra a dançar / As pombas brancas simbolizando o ar”, representando a formação dos elementos essenciais à vida.
O samba-enredo termina exaltando o ser humano: “Surge o homem iluminado / Com hinos de luta e cantos de paz”, destacando a busca pelo equilíbrio entre o bem e o mal. O tom festivo e grandioso da letra, junto ao enredo marcante, expressa o orgulho da Viradouro por sua conquista em 1997, transformando ciência, mitologia e alegria em um espetáculo inesquecível na Sapucaí.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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