
Rosas de Ouro - Samba-Enredo 2016
Samba-Enredo
Identidade e tradição em “Rosas de Ouro - Samba-Enredo 2016”
“Rosas de Ouro - Samba-Enredo 2016” utiliza a tatuagem como símbolo central para falar sobre identidade, orgulho e pertencimento à escola de samba. A letra faz uma analogia entre a tatuagem e o amor pela Rosas de Ouro, como no verso “Eu vou tatuar no meu coração / Pra vida inteira / És meu amor / Eterno como o tempo, Roseira”, mostrando que esse sentimento é profundo e permanente. O samba-enredo de 2016 celebra a história da tatuagem, destacando sua ancestralidade ao citar: “A mão marcou na pedra essa história / Nascia a primeira cicatriz”, conectando a prática a rituais tribais e à herança dos povos antigos.
A música também aborda a evolução da tatuagem, mencionando períodos de proibição religiosa e sua popularização no Ocidente. Personagens como o marinheiro e símbolos como o dragão tatuado são lembrados, especialmente no trecho “Salve o marinheiro, vem arte do mar / Em chão brasileiro, canta o sabiá”, que faz referência à tradição dos marinheiros tatuados e à mistura de influências culturais no Brasil. Ao falar sobre desenhar no corpo “a fé que traz a esperança / Saudades, paixões e lembranças”, a letra mostra como a tatuagem é uma forma de expressar sentimentos e memórias. O refrão “Minha segunda pele é meu pavilhão / Orgulho estampado com ostentação” resume o espírito do samba, transformando o amor pela escola em uma marca indelével, celebrada com alegria e orgulho coletivo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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