Exibições da letra 56

Unidos da Coloninha - Samba-Enredo 2023

Samba-Enredo

Letra

    [Enredo: Passarela Nego Quirido, Palco de Eternos Carnavais!]

    A sirene vai tocar
    Vem aplaudir, o show vai começar!
    Sou Coloninha do asfalto, do morro, das ruas, do povo
    Meu samba ninguém vai calar

    A sirene vai tocar
    Vem aplaudir, o show vai começar!
    Sou Coloninha do asfalto, do morro, das ruas, do povo
    Meu samba ninguém vai calar

    Cenário de um tempo bem distante!
    Retrato da procura ao paraíso
    Chegam lusos, foram índios
    Mil histórias pra contar
    Revivendo antigos carnavais!
    Palco de sonhos imortais
    E nesse chão de estrelas
    Roda velha baiana e benze o gongá
    Na festa da raça, cultura popular
    Cachaça não pode faltar

    Abre a cortina pra você entrar em cena
    Ó, Catarina de lutas e novenas
    Na praça colhi uma rosa em flor
    Ponto Cruz de um poema de amor

    Abre a cortina pra você entrar em cena
    Ó, Catarina de lutas e novenas
    Na praça colhi uma rosa em flor
    Ponto Cruz de um poema de amor

    Divino, fui altar e procissão
    Lutei por igualdade, festejei abolição!
    No balancê da ponte num conto de Cascaes
    Sob o sol do oriente, ancorei no teu cais
    Girei o mundo, festejei todas as graças
    Livre de correntes, quebrei mordaças
    Ora yê yê Oxum, salve Yemanjá
    Patakori Ogum, agô Obatalá
    É fundamento, tronco forte, raiz
    Nunca vai acabar, a arte maior desse país

    A sirene vai tocar
    Vem aplaudir, o show vai começar!
    Sou Coloninha do asfalto, do morro, das ruas, do povo
    Meu samba ninguém vai calar

    A sirene vai tocar
    Vem aplaudir, o show vai começar!
    Sou Coloninha do asfalto, do morro, das ruas, do povo
    Meu samba ninguém vai calar

    Cenário de um tempo bem distante!
    Retrato da procura ao paraíso
    Chegam lusos, foram índios
    Mil histórias pra contar
    Revivendo antigos carnavais!
    Palco de sonhos imortais
    E nesse chão de estrelas
    Roda velha baiana e benze o gongá
    Na festa da raça, cultura popular
    Cachaça não pode faltar

    Abre a cortina pra você entrar em cena
    Ó, Catarina de lutas e novenas
    Na praça colhi uma rosa em flor
    Ponto Cruz de um poema de amor

    Abre a cortina pra você entrar em cena
    Ó, Catarina de lutas e novenas
    Na praça colhi uma rosa em flor
    Ponto Cruz de um poema de amor

    Divino, fui altar e procissão
    Lutei por igualdade, festejei abolição!
    No balancê da ponte num conto de Cascaes
    Sob o sol do oriente, ancorei no teu cais
    Girei o mundo, festejei todas as graças
    Livre de correntes, quebrei mordaças
    Ora yê yê Oxum, salve Yemanjá
    Patakori Ogum, agô Obatalá
    É fundamento, tronco forte, raiz
    Nunca vai acabar, a arte maior desse país

    A sirene vai tocar
    Vem aplaudir, o show vai começar!
    Sou Coloninha do asfalto, do morro, das ruas, do povo
    Meu samba ninguém vai calar

    A sirene vai tocar
    Vem aplaudir, o show vai começar!
    Sou Coloninha do asfalto, do morro, das ruas, do povo
    Meu samba ninguém vai calar

    A sirene vai tocar
    Vem aplaudir, o show vai começar!
    Sou Coloninha do asfalto, do morro, das ruas, do povo
    Meu samba ninguém vai calar


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