
O Trem Azul
Samuel Rosa
Reflexões sobre tempo e memória em “O Trem Azul”
Em “O Trem Azul”, Samuel Rosa utiliza a imagem do trem como símbolo da passagem do tempo e da jornada da vida. O trem, elemento frequente na música brasileira para representar deslocamentos e mudanças, aqui ganha um tom contemplativo, reforçado pela melodia suave. O verso “sol na cabeça” sugere esperança e energia vital, acompanhando o percurso mesmo diante das incertezas e do que não é dito.
A letra aborda sentimentos e palavras não expressos, mas que permanecem vivos na memória, como em “frases que o vento vem às vezes me lembrar”. O vento funciona como metáfora do tempo e das lembranças, trazendo de volta aquilo que ficou por dizer. A repetição de “coisas que ficaram muito tempo por dizer / na canção do vento não se cansam de voar” reforça a ideia de que memórias e desejos não realizados continuam presentes, mesmo sem serem verbalizados. O contexto do Clube da Esquina, movimento do qual Lô Borges foi um dos fundadores, contribui para o tom nostálgico e esperançoso da canção, celebrando amizade, parceria e a influência mútua entre artistas, como nas colaborações entre Samuel Rosa e Lô Borges.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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