
Dançando Com A Vida
Sandra de Sá
Autonomia e leveza em “Dançando Com A Vida” de Sandra de Sá
Em “Dançando Com A Vida”, Sandra de Sá utiliza a dança como símbolo de autonomia e resistência às pressões externas. Nos versos “Eu não devo nada a ninguém / Eu não sou do mal nem do bem / Tô no meio do caminho / Tô fazendo a minha estrada / Sem pedir carona”, a artista destaca a importância de seguir o próprio caminho com autenticidade, sem se submeter a julgamentos ou expectativas alheias. Essa postura independente é reforçada quando ela aponta a hipocrisia e a inveja de quem tenta desestabilizá-la: “E sei que meu sorriso te incomoda / E você nem disfarça / E sei que sua força é uma farsa”.
A metáfora da dança aparece como convite para viver com leveza e confiança, mesmo diante das dificuldades. O refrão “Tô dançando com a vida / De rosto colado / Abraçando apertado / Que delícia é viver” expressa uma atitude positiva e resiliente, sugerindo que é possível aproveitar cada momento, improvisando e valorizando a própria trajetória. O trecho “O que se colhe, é o que se planta / Não adianta / Regar a planta / Com veneno na garganta” reforça a ideia de que atitudes positivas geram bons frutos, enquanto a negatividade só prejudica. Assim, a música celebra a liberdade de ser quem se é, transmitindo uma mensagem otimista de autoconfiança e alegria de viver.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Sandra de Sá e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: