
Filhos de Pemba
Sandro Luiz
Espiritualidade e ancestralidade em “Filhos de Pemba”
A música “Filhos de Pemba”, de Sandro Luiz, ressalta a importância da ancestralidade indígena e africana na construção da espiritualidade brasileira. Ao mencionar os “filhos de Tupinamba” e o uso da “pemba” – giz sagrado nos rituais de Umbanda –, a canção evidencia a união de diferentes culturas e tradições que formam a base da fé celebrada. O “Congá cheio de luz” representa o altar sagrado, local de conexão com o divino, enquanto a saudação a Oxalá, Xangô, Ogum e à “mãe sereia” (Iemanjá) demonstra respeito aos orixás, cada um simbolizando valores como paz, justiça, proteção e maternidade.
A letra transmite um forte sentimento de pertencimento e celebração, como nos versos “Dia e noite eu vou cantar, noite e dia eu vou louvar”, que expressam a devoção constante e a alegria de viver a fé. O trecho “Que o branco da paz, esteja presente em nossas vidas” reforça o desejo de harmonia, e “Axé as pessoas de bom coração” amplia a mensagem de positividade e respeito. Ao afirmar “Pai Oxalá sempre tem mais um”, Sandro Luiz sugere que há sempre espaço para acolher novos praticantes, valorizando a união e a força coletiva dos “filhos de pemba”. A música, assim, celebra a espiritualidade afro-brasileira, promovendo orgulho, respeito e esperança por meio de símbolos que unem tradição, fé e comunidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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