
Símbolos (part. Budah)
Sant
Dualidade e autoconhecimento em “Símbolos (part. Budah)”
Em “Símbolos (part. Budah)”, Sant explora a dualidade presente na vida ao repetir a imagem “Ser o Sol cair, e na Lua se levantar”. Essa alternância entre luz e sombra representa o equilíbrio entre consciência e inconsciente, um conceito central no budismo. A letra também traz símbolos como “planeta água, vidas em ciclos, círculos”, reforçando a ideia de continuidade e interconexão, temas ligados ao Nó Infinito e à Roda do Dharma, que simbolizam a natureza cíclica da existência e o caminho para a compreensão profunda.
O trecho “voltar ao início é difícil, mas é questão de princípio” destaca a dificuldade do autoconhecimento e da busca espiritual, comparável à Flor de Lótus, que cresce pura mesmo em meio à lama. A música ainda menciona “energia sinistra”, “desequilíbrio” e “respostas dúbias”, apontando para os desafios e incertezas do processo de transformação pessoal. Ao citar “livre arbítrio” e “personagens holísticos”, Sant valoriza a individualidade e a integração de diferentes aspectos do ser. Assim, a canção propõe uma reflexão sobre ciclos, superação e a busca por sentido, convidando o ouvinte a enxergar sua própria jornada como parte de um processo maior de autodescoberta.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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