
Lisboa e o Tejo
Sara Correia
Relação apaixonada entre cidade e rio em “Lisboa e o Tejo”
Em “Lisboa e o Tejo”, Sara Correia transforma a relação entre a cidade de Lisboa e o rio Tejo em um romance cheio de sentimentos humanos. A música personifica Lisboa como uma amante ciumenta e vaidosa, projetando emoções como ciúme, orgulho e desejo de atenção sobre a cidade. Isso fica evidente em versos como “Lisboa também tem um namorado / E também tem ciúmes, como nós”, aproximando o ouvinte da cidade ao torná-la mais humana e acessível.
A canção também conecta a tradição do fado à expressão das emoções de Lisboa, especialmente quando diz: “Lisboa, quando sofre canta o fado / Com um soluço triste em sua voz”. O ciúme aparece de forma leve e até divertida, como em “Lisboa tem arrufos com o namoro / Se o vê fazer olhinhos às estrelas”, sugerindo que o Tejo, visto como um marinheiro sedutor, desperta inseguranças e paixões na cidade. A vaidade de Lisboa, que “toda se enfeita” para o Tejo, reforça a ideia de um relacionamento dinâmico, onde a cidade busca agradar e conquistar o rio. Sara Correia, ao unir tradição e renovação, mantém viva a identidade cultural de Lisboa e celebra a ligação única entre a cidade e o Tejo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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