
Scarborough Fair
Sarah Brightman
Amor impossível e nostalgia em “Scarborough Fair”
Em “Scarborough Fair”, Sarah Brightman interpreta uma balada tradicional inglesa que fala sobre um amor perdido e as condições impossíveis para uma reconciliação. Os versos que pedem tarefas como “fazer uma camisa sem costuras” ou “encontrar um terreno entre o sal e o mar” mostram que o reencontro só seria possível se desafios inatingíveis fossem superados. Isso revela a resignação diante do fim do relacionamento e a ideia de que o retorno desse amor é praticamente impossível.
As ervas citadas repetidamente — salsa, sálvia, alecrim e tomilho — têm significados simbólicos ligados à cura, coragem, lealdade e superação do amargor. Elas reforçam que restaurar esse amor exigiria qualidades raras, quase mágicas, como as usadas em antigas poções de amor. O cenário da feira de Scarborough, um evento real da Inglaterra medieval, traz um tom nostálgico e distante, lembrando um tempo em que separações eram longas e os reencontros, incertos. A interpretação delicada de Sarah Brightman, com arranjos suaves, intensifica a sensação de saudade e impossibilidade. O refrão, ao pedir “lembre de mim para quem vive lá”, expressa o desejo de ser lembrado, mesmo que o reencontro nunca aconteça, mantendo viva a memória de um amor idealizado.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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