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Rue de Berne

Sarclo

Letra

Rua de Berne

Rue de Berne

Ela apodrece lá na calçadaElle pourrit là sur son trottoir
Com lágrimas nos olhosElle a des larmes plein les yeux
Tem dezoito, vinte anos, dá pra verElle a dix-huit, vingt ans, à voir
Nunca vi alguém tão infelizJamais rien vu de si malheureux
Ela usa um casaco cinzaElle a un manteau gris marmotte
Com botas de zíperDes pompes à fermeture éclair
Um colar de pelúcia desbotadaUn col en fausse fourrure pâlotte
Destruída como um pano de chãoDéglingué comme une serpillière
A tristeza e o tédio desbotamLa tristesse et l'ennui délavent
Seu rosto e seu vestido xadrezSa tronche et sa robe à carreaux
Ela tem a pele cor de cavernaElle a la peau couleur de cave
E o cabelo cai como cortinasEt ses cheveux tombent comme des rideaux

Quando passo por perto, ouço ela dizerQuand je passe devant, je l'entends dire
Com uma voz que soa como piaD'une voix qui fait un bruit d'évier
Que o dinheiro é difícil de conseguirQue le fric est dur à obtenir
Que ela paga caro pelo seu trabalhoQu'elle paie trop cher pour son pucier
E que os homens são uns canalhasEt que les hommes sont des ordures
Não é porque têm granaC'est pas parce qu'ils ont du pognon
Que podem te cagar na caraQu'ils peuvent vous chier sur la figure
Que podem te dar uns socosQu'ils peuvent vous balancer des gnons

Prefiro não pensar muito nos carasJ'aime mieux pas trop penser aux types
Que sobem com ela pra transarQui montent avec elle pour baiser
Devem estar em umas trips estranhasIls doivent être dans des drôles de trips
Que só ela não pode recusarQue y a qu'elle qui peut pas refuser
Prefiro não pensar muito nos sonhosJ'aime mieux pas trop penser aux rêves
Que ela tem quando quer escaparQu'elle fait quand elle veut s'en aller
Nem no cara que ela tem, que a faz sofrerNi au Jules qu'elle a, qu'elle en crève
Que não dá a mínima e a faz penarQui se fout d'elle et la fait marner

E nas nossas montanhas, quando o solEt sur nos monts, quand le soleil
Anuncia um despertar brilhanteAnnonce un brillant réveil
Tem essa mina na calçadaY a cette nana sur le trottoir
Que parece ter um leve desânimoQu' aurait comme un petit coup de cafard
E nas nossas montanhas, quando o solEt sur nos monts, quand le soleil
Anuncia um despertar brilhanteAnnonce un brillant réveil
Tem essa mina no asfaltoY a cette nana sur le bitume
Cheia até a borda de amarguraRemplie à ras bord d'amertume

Mas ela não sabe muito bem como dizerMais qu'elle sait pas trop comment dire {x2}


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