
Bahia Batuque Orixá
Saulo Fernandes
Orgulho e ancestralidade em “Bahia Batuque Orixá” de Saulo Fernandes
“Bahia Batuque Orixá”, de Saulo Fernandes, celebra o orgulho de ser baiano e a energia única do carnaval de Salvador. O verso “Deus me livre de não ser baiano” expressa de forma direta o sentimento de pertencimento e alegria de quem vive a cultura local. A repetição de “Pula, pipoca” faz referência aos foliões que curtem o carnaval nas ruas, fora dos blocos, destacando a liberdade e a inclusão que marcam a festa. O termo “pipoca” é um elemento cultural importante, pois valoriza quem participa do carnaval de maneira espontânea, reforçando o caráter popular e democrático do evento.
A música também percorre bairros icônicos de Salvador, como Rio Vermelho, Amaralina, Barra e Ondina, trazendo imagens vibrantes e solares, como em “A Bahia solar no espelho” e “O sorriso Barra de Ondina”. Essas passagens, junto com menções à “maré, melanina, baiana”, exaltam a diversidade, a beleza e a força da cultura afro-brasileira. O título e o refrão reforçam a dimensão espiritual da canção, ao citar o “batuque” e os “orixás”, elementos ligados à religiosidade de matriz africana. Assim, a música homenageia a Bahia ao unir festa, fé, tradição e orgulho em uma celebração contagiante da identidade baiana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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