
Reggae do Porto
Saulo Fernandes
Vivência e simplicidade em “Reggae do Porto” de Saulo Fernandes
“Reggae do Porto”, de Saulo Fernandes, destaca a importância de valorizar o presente e aproveitar as pequenas alegrias do cotidiano à beira-mar. Logo no início, versos como “Entardeceu lá no porto / Palmas que lá vem o sol” mostram um ritual coletivo de contemplação do pôr do sol, típico das cidades litorâneas do Brasil. Essa cena sugere um momento de celebração espontânea, onde a comunidade se reúne para apreciar a beleza natural do lugar. A imagem da “menina sentada na areia / Na vibe de bobeira” reforça o clima de relaxamento e despreocupação, transmitindo a ideia de que estar ali, sem pressa ou grandes expectativas, já é motivo suficiente para se sentir bem.
A música foi composta para transmitir a serenidade e a conexão com a natureza, o que fica claro na cena do “maluco se jogou no mar / A nado pra canoa / Numa onda da boa”. A expressão “onda da boa” pode ser entendida tanto como uma referência literal a uma boa onda para nadar quanto como uma metáfora para um estado de espírito leve e positivo. O refrão “Deixa a noite correr / Deixa o vento parar / Deixa o beijo durar / O seu tempo” reforça a mensagem de entrega ao momento, sem pressa ou ansiedade, valorizando o tempo natural das coisas e o prazer de viver o agora. O clima otimista e descontraído, junto à atmosfera do reggae, faz de “Reggae do Porto” uma celebração da vida simples, do amor e da harmonia com o ambiente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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