Tiro de Canhão (part. Bea Duarte e Concê)
SCALON
Liberdade e empoderamento em “Tiro de Canhão (part. Bea Duarte e Concê)”
"Tiro de Canhão (part. Bea Duarte e Concê)", de SCALON, utiliza o universo de piratas e sereias como metáfora para liberdade, empoderamento e desapego nas relações. O verso “Minha raba é um tesouro, mas o amor é de lata” destaca a valorização do corpo e da sensualidade, enquanto o amor romântico é visto como algo descartável. Isso reforça uma postura de autonomia e diversão sem compromisso, onde o prazer e a autoconfiança são prioridades. Referências como “nó de pescador” e a sereia que “não quer amor” ilustram o desejo de não se prender a expectativas alheias, usando imagens marítimas para simbolizar a recusa ao apego.
Expressões típicas do universo pirata, como “Yo Ho”, “sou capitão” e “andar na prancha”, aparecem de forma divertida para inverter papéis tradicionais: quem canta assume o comando, define as regras e convida o outro a participar, mas sem prometer romance. O tom leve e dançante da música incentiva o público a valorizar sua liberdade e não se deixar limitar por pressões emocionais. A produção visual e a coreografia reforçam esse clima de festa e autonomia, tornando “Tiro de Canhão” uma celebração da autoconfiança e do prazer de viver o presente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de SCALON e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: