
Massarrara
Selvagens À Procura de Lei
Desigualdade e juventude em “Massarrara” expõem realidades urbanas
Em “Massarrara”, Selvagens À Procura de Lei aborda de forma direta a desigualdade social vivida por jovens em Fortaleza. O contraste entre os versos “Seu filho está na serra e o meu na favela / Seu filho faz direito e o meu faz a guerra” evidencia o abismo entre diferentes realidades, mostrando como oportunidades e destinos são determinados pelo local de origem. A letra ancora essa discussão em referências locais, como “Cidade 2000” e “Praia do Futuro”, bairros conhecidos da capital cearense, tornando a crítica ainda mais concreta e próxima do cotidiano de quem vive na cidade.
A citação a “Pedro Bala”, personagem do livro “Capitães da Areia”, reforça a ideia de juventude marginalizada, que sobrevive com astúcia e união, como em “Malícia de escudo, camaradas no meu clã”. O verso “Escolho um novo nome todo dia de manhã” sugere a necessidade de adaptação constante diante de um ambiente hostil, onde criar novas identidades é uma estratégia de sobrevivência. Ao afirmar “Somos a praia do futuro do Brasil”, a banda faz um trocadilho: além de mencionar um bairro, sugere que a situação desses jovens pode ser o retrato do futuro do país se as desigualdades continuarem. A repetição de “Vejam as dores: Eles não são atores” reforça que o sofrimento é real e pede atenção e empatia da sociedade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Selvagens À Procura de Lei e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: