
Xangô
Serena Assumpção
A força ancestral e coletiva em “Xangô” de Serena Assumpção
A música “Xangô”, de Serena Assumpção, explora a riqueza simbólica do orixá Xangô ao mencionar diferentes epítetos como “Xangô Agodô”, “Xangô Abomi” e “Xangô Airá”. Cada nome representa uma faceta distinta dessa divindade, ressaltando sua complexidade e sua atuação como símbolo de justiça, força e transformação. O uso de expressões em iorubá, como “A niwá wúre” e “Oba lùbgé”, conecta a canção diretamente às raízes culturais do candomblé e da tradição iorubá, aprofundando o sentimento de respeito à ancestralidade e à espiritualidade afro-brasileira.
Ao afirmar “Xangô é rei na cachoeira” e “chefe na pedreira”, a letra associa o orixá a elementos naturais poderosos, simbolizando sua ligação com as forças da natureza e sua autoridade sobre o fluxo das águas e a firmeza das pedras. A repetição de frases como “Obá é meu rei” e “É pai Xangô” reforça a devoção e a busca por proteção, apresentando Xangô como uma figura paternal e justa, central na vida espiritual dos praticantes. O tom celebratório e reverente da música, junto à menção de “meus irmãos / Nessa eira”, destaca o chamado à coletividade e à união em torno da fé, evidenciando o papel de Xangô como guia e protetor da comunidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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