
Teresa
Sergio Endrigo
Amor maduro e aceitação no presente em “Teresa”
A música “Teresa”, de Sergio Endrigo, se destaca por abordar o passado amoroso da personagem principal com naturalidade e maturidade, algo raro nas canções românticas italianas dos anos 1960. O verso “Non sono mica nato ieri” (“Não nasci ontem”) — que chegou a ser censurado pela RAI por seu tom coloquial — mostra um protagonista que não se ilude nem exige exclusividade, mas valoriza o presente e o sentimento compartilhado. Essa escolha de palavras rompe com o formalismo da época e traz uma sinceridade cotidiana à canção.
A letra deixa claro que o amor do eu lírico não é marcado por cobranças ou julgamentos sobre o passado de Teresa. Nos versos “Per te non sono stato il primo / Nemmeno l’ultimo lo sai lo so ma... Di te non penso proprio niente / Mi basta restare un poco accanto a te” (“Para você não fui o primeiro / Nem mesmo o último, você sabe, eu sei, mas... De você não penso realmente nada / Me basta ficar um pouco ao seu lado”), o protagonista demonstra que não busca ser o único ou o mais importante, mas sim aproveitar o momento ao lado dela. O refrão “Amare / Come sai tu non sa nessuna / Non devo perdonarti niente / Mi basta quello che mi dai” (“Amar / Como você sabe, ninguém sabe / Não preciso te perdoar por nada / Me basta o que você me dá”) reforça a aceitação plena, sem ressentimentos ou exigências. O tom simples e honesto da canção faz de “Teresa” uma celebração do amor vivido no presente, livre de expectativas irreais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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