
Rédeas do Possante
Sérgio Reis
Orgulho e saudade na estrada em “Rédeas do Possante”
“Rédeas do Possante”, de Sérgio Reis, faz um paralelo entre a vida dos caminhoneiros e dos peões de boiadeiro, usando a imagem das “rédeas do possante” para comparar o volante do caminhão às rédeas do cavalo. A música valoriza a habilidade e o controle exigidos em ambas as profissões, destacando o orgulho de quem vive na estrada e enfrenta desafios diários sem perder a alegria e o senso de missão. A letra mostra a intimidade do caminhoneiro com o caminho percorrido — “Cada palmo dessa estrada, eu conheço bem” — e ressalta o papel social desses viajantes, que levam alegria por onde passam.
A saudade é um sentimento central, aproximando caminhoneiros e peões, como nos versos “Também tem saudade no seu coração / Onde vai seu cavalo, vai meu caminhão”. A rotina de viagens, noites sob as estrelas e madrugadas frias é retratada com nostalgia, mas sem pesar, pois cada retorno é motivo de felicidade. O orgulho pela profissão aparece em frases como “Lobo da estrada, fera do volante / Louco apaixonado, mais um viajante”, transmitindo uma atmosfera positiva mesmo diante das dificuldades. Composta como homenagem, a música reforça que, apesar das distâncias e da saudade, há realização e pertencimento em cada jornada.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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