
Comitiva Esperança
Sérgio Reis
A valorização do Pantanal em “Comitiva Esperança” de Sérgio Reis
“Comitiva Esperança”, de Sérgio Reis, retrata a vida boiadeira no Pantanal, destacando o ritmo tranquilo e a forte conexão com a natureza e a cultura local. O verso “Nossa viagem / Não é ligeira / Ninguém tem pressa / De chegar” mostra não só o deslocamento da comitiva, mas também uma filosofia de vida baseada na contemplação e no respeito ao tempo do campo. Essa visão é recorrente na obra de Sérgio Reis, que frequentemente ressalta a importância de preservar o Pantanal em suas apresentações.
A letra menciona lugares como Rio Negro, Nhecolândia, Paiaguás, Piquiri, São Lourenço e Paraguai, criando um verdadeiro mapa afetivo da região. A chegada da comitiva e o início da “festança” simbolizam a hospitalidade e a alegria do povo pantaneiro. As “modas ligeiras” e “modas lentas” representam tanto a animação quanto a nostalgia das festas do interior. No final, ao citar a cheia das águas em janeiro e a ida para Corumbá, a música reforça o ciclo natural essencial para o Pantanal e a ligação entre o modo de vida boiadeiro e o ambiente. Assim, “Comitiva Esperança” é um retrato nostálgico e um convite à valorização e preservação da cultura e da natureza pantaneiras.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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