
Cortando o Estradão
Sérgio Reis
Liberdade e orgulho sertanejo em “Cortando o Estradão”
“Cortando o Estradão”, de Sérgio Reis, retrata com clareza a vida livre e desapegada do peão de boiadeiro, figura central na cultura sertaneja. O verso “Não tenho morada, não tenho rincão, e não tenho dona no meu coração” mostra a escolha consciente por uma existência sem raízes fixas ou compromissos afetivos, reforçando o ideal de independência. Esse tema é comum nas músicas de Sérgio Reis e de outros artistas sertanejos, como em “Frete” e “Boiadeiro Errante”. Na canção, a expressão “cortando estradão” vai além do ato de viajar: simboliza a busca constante por novos desafios e horizontes.
A letra também valoriza o orgulho do trabalho e das habilidades do peão, como em “Montar burro bravo, é minha paixão” e “Pra jogar um laço, também sou dos bons, em qualquer rodeio eu sou campeão!”. O personagem se apresenta como alguém destemido, que encontra satisfação e identidade em sua profissão, mesmo diante das dificuldades financeiras, como em “Se olho no bolso, me falta dinheiro, amanso dois burros por trinta cruzeiros!”. O refrão “O Sol vem saindo, eu já vou partindo, e, quando anoitece, estou noutro lugar” reforça a ideia de movimento constante e da vida itinerante. A música também ganhou destaque na novela “O Rei do Gado”, conectando ainda mais a canção à cultura do campo e do rodeio. Assim, “Cortando o Estradão” celebra a liberdade, o orgulho do ofício e a simplicidade de quem escolhe viver sem amarras, sempre em busca de novos caminhos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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