
Perseguição
Sérgio Ricardo
Resistência e coragem popular em "Perseguição" de Sérgio Ricardo
Em "Perseguição", Sérgio Ricardo retrata a recusa de Corisco em se render, repetindo essa decisão ao longo da música para destacar não só a obstinação individual, mas também a resistência coletiva diante da opressão. O contexto do filme "Deus e o Diabo na Terra do Sol" e a inspiração no cangaceiro histórico ampliam o significado da letra, mostrando que ela representa a luta do povo nordestino – e, de forma mais ampla, de todos os oprimidos – por liberdade e dignidade frente às autoridades e às injustiças sociais.
A frase “Eu não sou passarinho pra viver lá na prisão” usa uma metáfora direta para rejeitar a submissão e a perda de liberdade. Já “Eu me entrego só na morte, de parabelo na mão” deixa claro que a resistência vai até o fim, com “parabelo” simbolizando a disposição de lutar armado, se necessário. O verso final, “Mais forte são os poderes do povo!”, transforma a canção em um manifesto político, alinhado ao espírito do Cinema Novo e da música de protesto dos anos 1960: a verdadeira força está no povo unido, não nos representantes do poder. A música transmite coragem e desafio, inspirando o ouvinte a não se curvar diante das adversidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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