
Espelhos Dágua (part. Patrícia Marx)
Seu Jorge
Olhares e vulnerabilidade em “Espelhos Dágua” de Seu Jorge
Em “Espelhos Dágua (part. Patrícia Marx)”, Seu Jorge utiliza a metáfora dos “espelhos d’água” para descrever os olhos como reflexos sinceros dos sentimentos. A escolha dessa imagem sugere que o olhar da pessoa amada é transparente e revela emoções profundas, mesmo quando não são expressas em palavras. A composição, assinada por Dalto e Cláudio Rabello, reforça a ideia de que o olhar é um canal de conexão e desejo, especialmente em situações de amor não correspondido ou distante.
A letra destaca o desejo contido e o medo de se declarar, como nos versos “que vontade de ter você” e “mas tenho medo”. O tom suave e melancólico da música, intensificado pelas interpretações de Patrícia Marx e Seu Jorge, transmite a insegurança diante do amor e o receio de se expor. O trecho “se ainda é cedo” evidencia a hesitação de quem teme avançar e perder até mesmo a chance de um olhar especial. Assim, “Espelhos Dágua” aborda a beleza e a dor do amor platônico, onde o olhar se torna o principal meio de aproximação e esperança.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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