
Moçambique
Seu Pereira e Coletivo 401
Viagem, raízes e afeto em "Moçambique" de Seu Pereira
Em "Moçambique", Seu Pereira e Coletivo 401 utiliza a ideia de viagem como metáfora para a busca por novas experiências e reconexão com as origens. O desejo de "remar pra Moçambique" não se limita a um destino geográfico, mas simboliza a vontade de se aventurar e de se aproximar da ancestralidade africana. Isso fica evidente quando a letra menciona cidades como Luanda e Dakar, referências importantes do continente africano, antes de chegar ao destino final. A sonoridade da música, que mistura ritmos africanos e caribenhos, reforça essa conexão cultural e afetiva.
A letra também equilibra o sonho de partir com a realidade cotidiana, usando imagens simples como "caneta Bic no bolso" e "óculos escuros no rosto" para mostrar um personagem que, mesmo sonhando alto, está enraizado na Paraíba, citando lugares como Mangabeira, João Pessoa e Cabedelo. O refrão "Se ela deixar de xilique, juro que volto pra ela" traz um tom bem-humorado, mostrando que, apesar do desejo de explorar o mundo, o amor e as relações pessoais continuam sendo o verdadeiro porto seguro. Assim, a música transmite tanto a sensação de liberdade quanto a importância do pertencimento e do retorno para casa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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