Can I Do What I Want?
Shock Therapy
Conflito entre rotina e liberdade em “Can I Do What I Want?”
A música “Can I Do What I Want?” da banda Shock Therapy explora o conflito entre a rotina diária e o desejo de autonomia. Logo no início, versos como “Robbing instincts by being alive / Life is lost in the action, man” (“Roubando instintos por estar vivo / A vida se perde na ação, cara”) mostram como as obrigações e repetições do cotidiano acabam sufocando os impulsos naturais e os sonhos pessoais. A sensação de estar preso em um ciclo sem fim aparece na metáfora do “buttemless can” (“lata sem fundo”), sugerindo que a vida pode parecer um processo interminável e sem saída clara.
O refrão “Doing what I can, can I do what I want?” (“Faço o que posso, posso fazer o que quero?”) resume o dilema central: a diferença entre cumprir o que é possível dentro das limitações da vida adulta e o desejo de liberdade real. O contexto do lançamento em 1995, e o resgate da música pela série “Stranger Things” para evocar a atmosfera dos anos 1980, reforçam o sentimento de nostalgia e a busca por sentido em meio à rotina. A letra também destaca uma divisão interna, como em “My hands do the work they know so well / My mind hides the feeling deep inside” (“Minhas mãos fazem o trabalho que conhecem tão bem / Minha mente esconde o sentimento lá no fundo”), mostrando como o corpo se adapta à rotina enquanto a mente ainda resiste e sonha com alternativas. Assim, a música expressa de forma direta a frustração de quem vive no piloto automático, mas não desiste de buscar um caminho próprio.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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