
Maria, Minha Maria
Siba e Fuloresta
Saudade e raízes nordestinas em “Maria, Minha Maria”
“Maria, Minha Maria”, de Siba e Fuloresta, explora a saudade e o afeto por meio de imagens regionais e uma atmosfera nostálgica. O verso “meu doce da melancia” traz uma metáfora carinhosa típica do Nordeste, expressando ternura e proximidade. A lembrança do “abraço ao meio-dia” destaca a importância dos gestos simples do cotidiano, que marcam a memória afetiva do eu lírico. A ausência de Maria é sentida de forma intensa, como mostra a repetição de “vem ver o belo luar que a tua ausência reclama”, sugerindo que até a beleza da noite fica incompleta sem a presença da pessoa amada.
A canção, interpretada por Biu Roque e composta por Siba junto a músicos tradicionais da Zona da Mata pernambucana, valoriza as raízes culturais do maracatu rural e do samba de roda. Referências como “Debaixo da Condesseira onde canta o Zabelê” evocam paisagens e sons do interior nordestino, reforçando o vínculo entre saudade e pertencimento à terra natal. A frase “saudade da minha terra onde eu nasci vou morrer” amplia o tema da ausência, conectando o amor por Maria ao amor pela própria terra. Assim, a música celebra a memória, a tradição e os laços afetivos que atravessam o tempo e o espaço.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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