
Duas da Tarde
Silva
Leveza e renovação em "Duas da Tarde" de Silva
"Duas da Tarde", de Silva, explora como buscar leveza e contato com a natureza pode ser uma forma de autocuidado e resistência em tempos difíceis. O convite para sair da cama e ir ver o mar, mesmo já sendo "duas da tarde", destaca a importância de desacelerar e valorizar pequenos prazeres do dia a dia, como contemplar a paisagem e sentir a brisa. O contexto do lançamento, marcado por debates sobre justiça social e cansaço coletivo, reforça que esses momentos de pausa não são apenas escapismo, mas também formas de renovar as energias e fortalecer o ânimo diante das adversidades.
A letra traz metáforas diretas sobre renovação e espiritualidade, especialmente nos versos “Vou ali me desagregar / Pra onda azul juntar / Somente o que for bom / O resto vai passar”. O mar aparece como símbolo de purificação, onde o mergulho representa deixar para trás o que pesa e guardar apenas o que faz bem. No trecho “No mergulho, eu falei com Deus / Quando eu sair do mar / Vou me lembrar do dom / Que é poder respirar”, Silva aprofunda essa ideia, mostrando que o contato com a natureza proporciona uma experiência de gratidão e reconexão com o essencial da vida. O clima leve e contemplativo da canção, reforçado pelo videoclipe gravado em Arraial do Cabo, traduz visualmente essa proposta de celebrar a simplicidade e a beleza como formas de resistência e esperança.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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