
Serenata
Silveira e Barrinha
Desilusão e solidão em "Serenata" de Silveira e Barrinha
Em "Serenata", Silveira e Barrinha transformam o gesto clássico da serenata, geralmente associado ao romantismo e à conquista, em um retrato de desilusão amorosa. O personagem da música, ao tentar conquistar Rosalina, se depara com o silêncio e a rejeição, o que evidencia a vulnerabilidade de quem se expõe por amor. O verso “Foi quando a lua despediu atrás do morro / Pelas estradas eu também saí chorando” conecta a despedida da lua ao afastamento do próprio personagem, reforçando o sentimento de solidão e abandono.
A letra utiliza imagens simples e diretas, como a lua clareando a cortina e o violão que “ficou mudo esquecido”, para transmitir a intensidade da decepção. Silveira e Barrinha, conhecidos pelo estilo romântico e narrativo, resgatam a tradição das serenatas sertanejas, mas subvertem a expectativa de um final feliz. O sofrimento do personagem é intensificado pelo tom melancólico, especialmente nos versos finais: “É triste a mágoa num coração de caboclo / Somente a morte é quem pode aliviar”. Assim, a música mostra como a dor do amor não correspondido pode ser profunda e duradoura, especialmente no contexto rural retratado pela dupla.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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