
Luvas Verdes
Silvério Pessoa
Infância e mistério em “Luvas Verdes” de Silvério Pessoa
O refrão repetido “nós somos as luvas verdes, a gente vem te pegar” cria um clima de suspense e mistério, funcionando quase como um mantra hipnótico. No contexto do curta-metragem “Vinil Verde”, essa repetição reforça a ideia de uma presença sobrenatural que ronda a protagonista. As “luvas verdes” são uma escolha simbólica interessante: ao mesmo tempo em que remetem a algo lúdico e fantasioso, também trazem um tom estranho e levemente ameaçador, misturando-se ao universo infantil da personagem principal. Essa mistura entre o divertido e o inquietante é intensificada pela sonoridade experimental da música, que lembra o rock das décadas de 1970 e 1980, criando uma atmosfera nostálgica e misteriosa.
A letra explora a linha tênue entre imaginação e realidade, como nos versos “fantasia, contos de outros cantos, imaginação / da alma escondida dentro da menina surge um coração”. Aqui, a música mostra que o mundo interior da criança é cheio de histórias e seres fantásticos, e que as “luvas verdes” podem simbolizar tanto medos e desejos secretos quanto a força criativa da infância. Ao dizer que “a música da vida lembra a criança” e que “a vida é perene como a infância”, Silvério Pessoa destaca a infância como um período de possibilidades infinitas, onde medo e aventura andam juntos. Assim, “Luvas Verdes” valoriza o poder da imaginação infantil, reconhecendo também seus mistérios e inquietações.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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