
Mulher
Silvio Caldas
O fascínio e a dor do amor em "Mulher" de Silvio Caldas
A música "Mulher", interpretada por Silvio Caldas e composta por Custódio Mesquita e Sadi Cabral em 1940, retrata a paixão como um sentimento intenso, marcado tanto pelo fascínio quanto pelo sofrimento. A letra vai além da simples atração física, sugerindo um mistério envolvente e quase hipnótico, como nos versos: “Que intensa magia / Teu corpo irradia” e “Teus olhos castanhos / Profundos, estranhos / Que mistério ocultarão”. Esses trechos mostram como a figura feminina é vista como fonte de encanto e enigma, reforçando o clima de romantismo sofisticado e melancólico típico das fox-canções da época.
Outro ponto central da canção é o sofrimento causado por um amor não correspondido ou doloroso. Isso fica claro na repetição de “O teu amor tem um gosto amargo / E eu fico sempre a chorar nesta dor”, onde o termo “amargo” indica uma relação marcada por desejo não satisfeito e tristeza. A expressão “sem alma / Roubaste-me a calma” reforça como a paixão pode tirar o equilíbrio e a paz do apaixonado. Assim, "Mulher" se apresenta como uma declaração de entrega total, celebrando o mistério e o poder da mulher, mas também reconhecendo o sofrimento e a inquietação que acompanham o amor romântico.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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